Pinceladas No Inconsciente

Pinceladas no inconsciente

Diabetes

Uma das principais características da pessoa que adquiriu a diabetes é ficar presa ao passado, remoendo, revendo e relembrando fatos que já aconteceram há muito tempo. Parece que não quer “largar o osso”! Fica amargurada, ou seja, deixa de ver doçura na vida. Deixa ir embora! O que foi não volta! Não tem jeito! Solte o que passou e libere sinceramente todos aqueles que de alguma forma, por ignorância, te trouxeram sofrimento, e se perdoe também. Fica a dica!

Liana Gumes
Terapeuta Integrativa – Facilitadora de bem-estar e saúde
(61) 99978-7951
lgumes@gmail.com
Instagram: @lianagumes e @corpo_decifrado

SOBRE ANTIRRACISMO.





gota #16 — sobre ANTIRRACISMO
 



 
Eu nunca tinha ouvido falar em Antirracismo, ou acho que a palavra nunca tinha me chamado a atenção, até o mês passado. Admito que não entendi muito, por isso resolvi mergulhar no assunto e ver se tinha algo ali que dizia respeito a mim. E tinha.

Olhar para o racismo a partir deste novo lugar, que eu ainda não conhecia, tem sido desconfortável, inspirador, enriquecedor, tudo junto. Abrir os olhos e ver com mais clareza costuma ser assim, bom e ruim ao mesmo tempo.

Assim como tudo o que eu trago aqui nestas Gotas, o objetivo é mostrar assuntos que estão me inspirando e me fazendo pensar, e te convidar a pensar sobre eles comigo. Somos mais maduros quando olhamos as questões por vários ângulos e entendemos que não existe uma única verdade, mas que cabe a nós tentarmos agir de forma construtiva diante dessas questões.
Enquanto organizava os links deste Conta-Gotas, percebi que apesar de estar falando sobre Antirracismo, neste texto introdutório eu iria chamar a nossa atenção para uma coisa. Para isso, vou usar a linguagem do podcast, ok?

Estamos passando por mais um daqueles momentos da história nos quais somos convidados a rever as estruturas das nossas crenças, os ladrilhos sobre os quais construímos as nossas estradas, ou seja, a base dos nossos paradigmas. Isso significa que estamos sendo convidados a rever individualmente conceitos que irão reverberar, posteriormente, no coletivo.

O pavimento do racismo, aqui na nossa cultura, começou a ser construído pouco mais de 500 anos atrás com a escravidão, e por mais que tenhamos mudado bastante a aparência da estrada, principalmente nos últimos 150 anos, alguns dos materiais essenciais do racismo continuaram sendo usados na construção dos próprios ladrilhos. Dá para entender isso? Mesmo em menor proporção do que antigamente, essas ideias ainda servem como matéria-prima para a construção de nossa sociedade, portanto nós continuamos caminhando em cima delas.

Em outras palavras, o viés racista existe até hoje na nossa base, na nossa estrutura psicológica e social, mas passa despercebido, escondido, disfarçado de integração, de igualdade de oportunidades e direitos. É o que eu passei a entender de uns tempos para cá. Por isso, os teóricos dessa área nomeiam o racismo como sistêmico e estrutural. E como somos nós que construímos os alicerces da estrada sobre a qual as próximas gerações irão caminhar, temos a responsabilidade de atualizar o material usado na porção da estrada que nos cabe pavimentar. Por isso estamos sendo convidados a ser mais atuantes e menos passivos. Por isso nos pedem para ser antirracistas (em vez de não-racistas).

Portanto, para entrarmos em contato com os conteúdos deste Conta-Gotas, precisamos fazer um esforço a mais, já que a estrada precisa não só de novos rumos, ela precisa de novas bases. A gente precisa tirar de dentro dos ladrilhos a parte racista e substituir, neste momento, pelo antirracismo.
É normal a mente resistir a algumas destas ideias. Mudar a estrutura é sempre mais difícil do que mudar o rumo porque, para isso, é necessário des-aprender

Levamos dezenas de gerações para construir a nossa estrutura racista e muitos anos da vida de cada um de nós aprendendo a ver o mundo a partir dessa ótica. Por isso, modificar, ou melhor, atualizar esses conceitos, não é algo que você faz em 1 mês, nem em 1 ano. É uma tarefa contínua, para a qual não existe um ponto de chegada, existe apenas a eterna e mutável estrada sobre a qual estamos caminhando.

As referências que eu listo nesta edição são muito pessoais. Fazem parte dos conteúdos que têm aberto a minha mente nos últimos dois anos, desde que eu comecei a visualizar com mais clareza o racismo em mim. Isso aconteceu alguns anos depois de eu ter percebido o machismo que havia em mim, e uma coisa acabou levando à outra.

Quero deixar claro que este é um compilado feito a partir desta perspectiva que eu tenho, de uma mulher branca que está entendendo e aprendendo sobre a camada sistêmica e estrutural do racismo que, confesso, eu não enxergava muito bem até tempos atrás.

Não acho que um trabalho interno como este deva ser imposto a ninguém, nem deva causar ansiedade de performance em quem se propõe a passar por um desaprender deste tipo. A vida é um processo dinâmico de autoinvestigação e desenvolvimento, e cada um vai no seu ritmo. O trabalho é sempre interno, sempre, sempre, sempre. Foco em você, sempre. Sejamos nós, primeiro, a mudança que queremos ver no mundo.

Leiam, escutem, assistam com atenção. Anotem nos seus Cadernos de Observação os desconfortos, as ansiedades, as inspirações e insights que estes links despertam em vocês.

Desta vez eu não limitei a quantidade de links, senti vontade de colocar aqui tudo o que eu me lembrei. Se vocês tiverem outras referências, compartilhem comigo! Tenho certeza que este assunto não vai se esgotar em apenas uma edição! E, claro, repassem este Conta-Gotas para quem vocês quiserem. Informação é tudo!

Estamos em pleno processo de "atualização do sistema", e desta vez o legado vai ser deixado por nós.

VK

O Coronavírus pela visão BUDISTA

O Coronavírus pela visão BUDISTA☯️
Discípulo:
Mestre, é tão difícil entender o por que de um vírus tão agressivo.
Qual é o propósito?
Mestre:
Aprendizado.
Essa pandemia foi gerada pelo homem através das constantes violações das leis universais.
Discípulo:
Mas algo tão ruim vai causar muita destruição.
Mestre:
O coronavírus não é ruim. Também não é bom.
É necessário, o que é muito diferente.
Não há nada errado com o universo. Se o coronavírus está presente, é porque a Divindade permitiu, de outra forma ele não poderia existir.
A idéia de bem e mal é gerada em sua mente, que julga a partir da sua ignorância um evento que por si só é neutro.
Discípulo:
Mas tantas pessoas estão sendo infectadas no mundo, tantas outras ficarão sem comer. Muitos idosos, homens e mulheres. Isso é muito injusto.
Mestre:
O injusto não existe no amor universal. Isso existe apenas em sua mente que não entende o propósito profundo.
O que existe é o justo, o preciso, o exato, o correspondente e a sintonia.
Existe um processo evolutivo necessário que consiste em uma coleta constante de informações. Um aprendizado enfrentando as dificuldades que a vida nos apresenta, para que, em meio ao caos e ao sofrimento gerado,
descubramos o princípio do amor que se encontra na própria vida.
E esse princípio de amor é o que nos libertará das limitações humanas e nos fará corresponder às experiências com muito mais satisfação e harmonia.
Você precisa entender que ninguém experimenta uma experiência que não corresponde a ela. E se corresponder a ela, ele a  viverá, seja na resistência, na cura ou na morte física.
O coronavírus não é ruim.
É uma  boa oportunidade, pois muitas pessoas estão aprendendo com isso.
O nível de consciência do planeta está subindo, estamos sentindo a necessidade de desenvolver grandes ferramentas de amor, como a aceitação, a  apreciação e a adaptação. A paciência, a tolerância, o respeito por nós e por todos os seres vivos.
Pode ser um teste difícil, mas não é ruim. Você poderá crescer graças a ele.
Se você parar de ver o coronavírus  através dos medos e começar a vê-lo pelo seu entendimento poderá reconhecer
o valor que existe nele.
Então você passará neste teste que a vida está lhe apresentando.
A decisão está em você.
Você recebeu o poder de tomar decisões através do seu livre-arbítrio, e estas serão respeitadas por todo o universo.
Você pode escolher o medo ou escolher o amor. A decisão é sua.
Neste momento, qual a decisão que você está tomando?
Você escolheu medo ou o amor?
A escolha é sua, mas terá um resultado, que também é seu e você terá que assumir.
Se você decidiu pelo medo, irá gerar destruição na sua paz, na sua energia vital, nos seus relacionamentos e na sua saúde.
Se você decidiu amar, passará no teste que a vida lhe apresenta e não precisará mais sofrer para o aprendizado dessa, importante, lição.
Tenha como opção o amor, porque ele é sempre o melhor caminho.
Discípulo:
E como faço para trilhar o caminho do amor e não do medo?
Mestre:
1.
Torne-se um ser imperturbável, invulnerável. Busque a sua força interior e trabalhe a sua transformação, para que sua paz e felicidade não dependam do externo.
2.
Pare de ver problemas e comece a ver oportunidades, as quais você pode aproveitar para fazer o crescimento interior.
3.
Desenvolva a aceitação.
“Tudo o que acontece é perfeito, e se existe e acontece é porque tem um propósito".
"Pai, faça sua vontade, e não minha." "Mostre-me como posso servi-lo melhor."
4.
Aprenda a fluir, superando os obstáculos e os desafios. Desenvolva a sua capacidade de adaptação às novas situações e circunstâncias. Aja com sabedoria em vez de reagir com a incompreensão.

5.
Observe seu pensamento para que ele vibre apenas na alta frequência do amor. Isso lhe trará clareza de espírito e serenidade.
6.
Não compartilhe seus medos com os outros. Compartilhe apenas seu entusiasmo, otimismo e a sua alegria.
7.
Vigie seu verbo para que as suas palavras criem harmonia e faça com que os outros se sintam confiantes e seguros.
8.
Faça amizade com o coronavírus.
Não o veja como algo ruim, mas como algo necessário. E fale com ele: "O que você está me ensinando?" "
“Você é valioso para mim e estou disposto a aprender o que você pode me ensinar."
 "Assim que eu aprender, você pode ir porque não vou mais precisar de você."
9.
Aproveite a oportunidade que a vida lhe apresenta neste momento, para fazer um trabalho interior, talvez um dos mais importantes dessa experiência.
Que a felicidade esteja sempre  em sua caminhada.
O que vale a pena ser feito, vale a pena ser bem feito.
O que traz ânimo, esperança e alegra os corações deve ser divulgado e compartilhado.

Pinceladas No Inconsciente

Pinceladas no inconsciente

Meu relacionamento acabou
Quando terminamos um relacionamento muitas vezes ficamos amargurados e ressentidos, ou seja, deixamos de acreditar na vida e em sua potencialidade; muitas vezes perdemos a motivação e ficamos sem energia ou vontade de viver outras histórias. Uma das crenças limitantes nesses casos está no desejo de ser amado unido à incapacidade de receber amor e amar! Ou seja, quero, mas não consigo ou não mereço. Paradoxal não é mesmo?! Entenda que o que aconteceu foi de acordo com a consciência e capacidade de cada um dos atores da história naquele momento. Pergunte a si mesmo: como posso melhorar essa situação? O que há de bom em mim que ainda não vi? Que bondade posso ser comigo e não me julgar? Que bondade posso ser comigo e me aceitar? O amor de fora saudável vem quando o amor de dentro é alimentado. Fica a dica!

Liana Gumes
Terapeuta Integrativa – Facilitadora de bem-estar e saúde
(61) 99978-7951
lgumes@gmail.com
Instagram: @lianagumes e @corpo_decifrado

On The Way

On The Way: The Daily Zen Journal
Jul 14 2020
The Empty Bowl Sutra
Manjushri Bodhisattva

Thus have I heard: Once when the Bhagavan was dwelling near Sravasti
in the Anapindada Garden of the Jeta Forest and expounding the Dharma
to the assembly, Manjushri Bodhisattva put on his robe at dawn, picked
up his bowl, and proceeded slowly toward the city.

A bodhisattva named Nagasri saw him and asked, “Where are you going,
Sir?”

Manjushri answered, “I'm going to Sravasti to beg for food in order to uplift and
benefit others, to show compassion for all beings, and to help and comfort devas
as well as people.”

Nagasri asked, “If that is so, Sir, have you not yet gotten rid of the conception of
food?”

Manjushri answered, “As for the conception of food, I don't see it as existing.
What is there to get rid of? And how so?
“The fundamental nature of all things is empty. Like space, it contains nothing to
put an end to. How could I get rid of it?
“Neither devas, Mara, Brahma, nor the monks and priests of this world can get rid
of it. And why not? Because the essential nature of all things is like that of space:
ultimately empty, immutable, and devoid of anything to get rid of.
“Moreover, since everything is like space, neither devas, Mara, Brahma, monks,
nor any other being can get hold of anything. And how so? Because the essential
nature of everything is ungraspable, there is nothing they can get hold of.”

Nagasri said, “If it is as you say, why then do bodhisattvas struggle against
Mara?”

Manjushri said, “Bodhisattvas don't struggle against the drumbeating
forces of Mara, nor do they see the slightest thing real
on which to meditate. And how so?
“Even though bodhisattvas might see those demon drummers, they aren't
frightened. It's as if a magician conjured a hostile enemy. Despite the appearance
of danger, bodhisattvas aren't alarmed, for they know that the nature of everything
is essentially empty and illusory.
“Hence, they aren't frightened. If bodhisattvas were frightened, they wouldn't
deserve the support of humans and devas. But because bodhisattvas aren't afraid
of what they know to be empty, they're worthy of serving as fields of pure
blessings.”

Nagasri asked, “Can they realize enlightenment?”

Manjushri answered, “Yes, they can.”

Nagasri asked, “Who realizes it?”

Manjushri answered, “Those with no name, concepts, or anything to say, they can
attain it.”

Nagasri asked, “If that is true, how can they realize it?”

Manjushri answered, “By not thinking about it, by not thinking about
enlightenment or a seat of enlightenment....Anyone who can free
themselves from projections and views can realize enlightenment.”

Nagasri asked, “In that case, what do you think about when you attain it?”

Manjushri answered, “There is nothing to attain and no one who attains. It isn't
something you consider. You don't think,
'I shall sit on a diamond seat under the Bodhi Tree and realize enlightenment and
turn the wheel of the Dharma and rescue others from samsara.'
And why not? Because dharmas are immutable. You can't get rid of them, and
you can't get hold of them. They're ultimately empty. It's by means of this thought
of non-attainment that you attain enlightenment.”

Nagasri said, “Sir, what you have said is truly transcendent and will surely help
others who believe and understand this teaching get free from afflictions. And by
getting free from afflictions, they will finally be able to break free from Mara's
net.”

Manjushri said, “Mara's net is unbreakable. And why is that? 'Mara' is simply
another name for enlightenment. And how so? Neither Mara nor his demon army
ultimately exist. They can't be found. This is why I say 'Mara' is simply another
name for enlightenment.”

Nagasri said, “How would you describe enlightenment?”
Manjushri said, “Enlightenment is present in all things at all
times and in all places. Just as nothing obstructs space, which is
present in all things at all times and in all places, the same is
true for enlightenment.
“Because nothing obstructs it, it's present in all things at all times and in all
places. Thus, nothing is greater than enlightenment. What kind of enlightenment
do you want to realize, Sir?”

Nagasri said, “I want to realize the highest kind.”

Manjushri said, “The highest kind of enlightenment isn't something you can
realize. What you would realize would be tantamount to nonsense. And how so?
“The highest kind of enlightenment would be a featureless nirvana. Hence, what
you would realize would amount to nonsense. It would be like someone saying, 'I
will conjure an illusory person sitting on the seat of enlightenment who realizes
an illusion of enlightenment.'
“To say something like that would amount to utter nonsense. An illusory person
is an impossibility, how much more so one who can realize an illusion of
enlightenment.
“One illusion can't become part of or separate from another illusion. Concerning
that which is essentially empty, there is nothing to grasp and nothing to let go.
The buddhas and bhagavans have said that dharmas can't be discriminated. They
are nothing but illusions.
“The kind of enlightenment you would realize would amount to discriminating an
illusion. Dharmas can't be grasped, and they can't be let go. There's nothing to
create and nothing to destroy. No dharma can create or destroy another dharma.
And no dharma can become part of or separate from another dharma. And how
so?
“Dharmas don't come together or separate. They're essentially empty and devoid
of a self or anything that belongs to a self. They're exactly the same as space.
There's nothing to describe or point to, nothing to praise or disparage, nothing to
elevate or debase, nothing to diminish or increase. They can't be imagined and
can't be fabricated.
“Their very nature is quiescent and ultimately empty. They're like illusions or
dreams. In the absence of anything to which to compare them, how can they
possibly be discriminated?”

Nagasri said, “Wonderful, Sir! I will surely attain enlightenment as a result of
this. And how so? Because you, Sir, have explained to me the most profound
teaching.”

Manjushri said “Just now, I did not explain anything apparent or hidden,
profound or superficial. How could it help you attain enlightenment? And why is
that? The essential nature of any dharma can't be explained. Saying that I have
explained the most profound teaching amounts to nonsense.
“In truth, I can't explain anything and certainly can't explain the essential nature
of anything. If someone said, 'I can describe what an illusory person perceives' or
'the perceptions of an illusory person differ like this and like that,' such a
description would only damage their own veracity. And how so?
“An illusory person has no consciousness, much less any perceptions. Just now,
your statement that my explanation of this most profound teaching could help you
realize enlightenment is like that. All dharmas are illusory. They're essentially
empty and can't be known, much less described.”

Bodhisattva of Wisdom, Manjushri from the Empty Bowl Sutra
Source:

A Day in the Life: The Empty Bowl and Diamond Sutras
By: Red Pine 2020

Returning to the sutras presents many
challenges. The Empty Bowl Sutra
exemplifies what a conversation is like
between someone speaking from the highest
realization to someone who is asking
questions we might be asking ourselves. The
inherent difficulty here is what happens
speaking from an absolute point of view to
someone in the relative space where forms are still forms and
seeks a way to see beyond that limitation.
It begins with an innocent enough sounding question and a very
understandable answer, “I'm going to Sravasti to beg for food in
order to uplift and benefit others, to show compassion for all
beings, and to help and comfort devas as well as people.”
Here compassion for all others is voiced followed by a teaching
on the formlessness of everything. That is a huge jump. For
beginners they will feel lost from here on out; for practitioners
of moderate experience, they can understand on some level
what Manjushri is teaching, but there will be places where they
too will glaze over.
What do we do in the face of such vastness? If someone sits
with a koan as part of practice, any one line could be
contemplated. The other very real question is what does it
actually feel like to experience things devoid of a sense of self
while having “just enough” sense of self to be able to perceive
this world?
Aspiring with you,
Elana, Scribe for Daily Zen

Você Está de Cabeça para Baixo?

Olá!


Quando o mundo está de ponta-cabeça, sabemos que é hora de buscar a sabedoria que cura, a compaixão que acalenta e a alegria de compartilhar.


Ninguém gosta de ficar pendurado de cabeça para baixo. Essa imagem nos remete a sofrimento, dor, desconforto.


Você está de cabeça para baixo?


Como levantar a cabeça? Como evitar que dificuldades, doenças e perdas nos tirem do eixo?


É importante perceber que cada adversidade revela apenas um aspecto de nós mesmos.


Quando respeitamos a realidade, assim como ela é, colocamos nossos pés no chão sagrado, no caminho iluminado. Nesse caminho, as dificuldades são portais. Falta-nos um dos sentidos? Os outros serão capazes de compensar.


Não controlamos a vida — somos a vida.

Não controlamos a velhice, a doença e a morte.

Passamos. Nada permanece.


De cabeça para baixo, vemos o mundo de pernas para o ar. Quando a cabeça está no lugar certo, o mundo faz sentido. Nossa atuação se clarifica, encontramos a plenitude e a alegria de viver.


Experimente colocar em prática tudo o que você tem lido, ouvido ou estudado. Prática na vida diária é o único e verdadeiro Caminho.


Mãos em prece

Gassho

O Que É a Morte?



Olá, vou começar esse meu Blog com um texto que recebi - via e-mail - da Monja Coen:

``Olá!


O que é a morte? O que é morrer?


É possível que o tema da morte tenha rondado sua vida devido à pandemia do coronavírus. Percebemos que muitas pessoas têm intensificado seu estado de ansiedade por medo de adoecer e, principalmente, de morrer.


Perguntamos a você:


Há vida depois da morte?
Há morte durante a vida?
Há vida durante a vida?
Vida e morte estão separadas?
O que é vida-morte?


Sabemos que o momento é desafiador, mas procure respirar conscientemente por alguns instantes e perceba a vida que existe ao seu redor, acontecendo agora mesmo.


Mais importante que pensar na morte é refletir agora sobre a vida. A vida que existe no momento presente.


Preparar-se para a morte é cuidar da vida. É estar pronto(a) a cada instante, fazendo o melhor que podemos. Nunca saberemos quando as causas e condições que tornaram possível nossa vida serão rompidas.


Pelos que se foram, lamentamos. Pelas famílias, pelo país, pelo planeta. Que possam seguir em paz e tranquilidade. E nós, que ficamos aqui, completaremos o que tiver que ser terminado com a ternura e cuidado do amor que desconhece fronteiras.


Agora veja só…


Em determinado momento de sua trajetória, Xaquiamuni Buda descobriu o potencial de sua mente através da meditação zazen. Aos 80 anos, ele morreu. E não foi apenas seu corpo físico que deixou de existir, mas a ideia de um eu separado e único. Buda atravessou o rio do nascimento, velhice e morte e chegou à margem do nirvana, a grande paz, pleno de conhecimento e compaixão.


Convidamos você à reflexão: quais aspectos de sua vida precisam morrer para que possa seguir em frente, a caminho da paz interior?


Que possamos todos nos tornar o Caminho Iluminado.
Apreciando a vida-morte.

Sem a morte, não há vida manifesta.



Com alegria, esperamos você para a Semana Zazen dia 27 de julho.


Gassho,
Equipe Zazen / Monja Coen Roshi


Obs.: Faça parte de nosso grupo no Telegram. Clique neste link.``

A Mente Alerta

 mente  alerta  é  ao  mesmo  tempo  um  meio   um fim,   semente    fruto.  Quando   praticamos  para obter  concentração,  é  semente.  Mas  ela  própria  é  chama  ardente  de  vida,   é  portanto  também   fruto.  A mente  alerta  nos  livra  do  esquecimento   da  dispersão,  capacitando-nos   viver  em  totalidade  cada  momento  presente. Para  isso  temos  que  saber  usar   respiração,  uma vez  que  ela  é  um  instrumento  natural   de  extrema  importância  para  impedir   dispersão.   respiração  é  o elo  que  liga   consciência  à  vida,  que  une   corpo  à mente.  Sempre  que  sua  mente  começar   vagar,  use  a respiração  para  retomar  seu  controle. Thich Nhat Hahn

Pinceladas No Inconsciente

*Pinceladas no inconsciente*

*Desesperança*

Nossa! É um vazio tão grande! Uma desesperança! Um medo! A sensação é que não tem mais jeito.... preciso me trancar. Sinto-me esmagado pelas frustrações. Minha tristeza é a maior do mundo. Não sinto vontade de nada. Não quero nada, apenas me fechar! Quem sabe serei esquecido.... só assim me sentirei em paz. Muitas pessoas reagem a uma crise pessoal com medo, o que é instintivo. No entanto, se mudamos a perspectiva de *problema ou crise* para *desafio e oportunidade de mudar*, entendemos que desafios fazem parte da vida. Fica a dica!

Liana Gumes

Terapeuta Holística

PINCELADAS NO INCONSCIENTE - Quando Expectativas Não São Atendidas

 Pinceladas no inconsciente Quando expectativas não são atendidas Quando se tem grande expectativa em relação a alguém e essas expectativas ...

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